Listas?
Minha quase-lista de melhores do ano no cinema vai para o ar daqui a pouco na minha coluna de cinema do Guia da Semana. Quase-lista porque tento fugir desse formato manjado de listas de melhores, piores, blá, blá, blá, que todo final de ano estouram por aí.
Mas revendo meu ano de 2009 com o cinema, posso dizer que alguns dos melhores filmes que vi não são desse ano. Nem do ano passado. Nem do ano anterior....
Aí vão alguns deles, sem qualquer ordem, puxando pela memória:
Hiroshima, Meu Amor, de Alain Resnais (1959)
A Marca da Maldade, de Orson Welles (1958)
Os Incompreendidos, de Fraçois Truffaut (1959)
M, O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang (1931)
Aurora, de F. W. Murnau (1927)
Metrópolis, de Fritz Lang (1927)
A Noite, de Michelangelo Antonionni (1961)
A Doce Vida, de Federico Fellini (1960)
Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman (1957)
8 1/2, de Federico Fellini (1963)
A Estrada da Vida, de Federico Fellini (1954)
Acossado, de Jean-Luc Godard (1960)
Ladrão de Bicicleta, de Vittorio De Sica (1948)
Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini (1943)
Jules e Jim, de François Truffaut (1962)
Agatha ou as Leituras Ilimitadas, de Marguerite Duras (1980)
O Gabinete do Dr. Calligari, de Robert Wiene (1920)
A Regra do Jogo, de Jean Renoir (1939)
Estado de Sítio, de Costa-Gravas (1973)
A Batalha de Argel, de Gillo Pontecorvo (1965)
A Infância de Ivã, de Andrei Tarkovski (1961)
Era Uma Vez no Oeste, de Sergio Leone (1968)
Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder (1950)
Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder (1949)
Uma Rua Chamada Pecado, de Elia Kazan (1951)
No Tempo das Diligências, de John Ford (1939)
Rastros do Ódio, de John Ford (1956)
Rashomon, de Akira Kurosawa (1950)
Deve ter mais. Mas só lembro desses agora. Agora quem vai dizer que não foi um ano incrível para este cinéfilo?
Minha quase-lista de melhores do ano no cinema vai para o ar daqui a pouco na minha coluna de cinema do Guia da Semana. Quase-lista porque tento fugir desse formato manjado de listas de melhores, piores, blá, blá, blá, que todo final de ano estouram por aí.
Mas revendo meu ano de 2009 com o cinema, posso dizer que alguns dos melhores filmes que vi não são desse ano. Nem do ano passado. Nem do ano anterior....
Aí vão alguns deles, sem qualquer ordem, puxando pela memória:
Hiroshima, Meu Amor, de Alain Resnais (1959)
A Marca da Maldade, de Orson Welles (1958)
Os Incompreendidos, de Fraçois Truffaut (1959)
M, O Vampiro de Dusseldorf, de Fritz Lang (1931)
Aurora, de F. W. Murnau (1927)
Metrópolis, de Fritz Lang (1927)
A Noite, de Michelangelo Antonionni (1961)
A Doce Vida, de Federico Fellini (1960)
Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman (1957)
8 1/2, de Federico Fellini (1963)
A Estrada da Vida, de Federico Fellini (1954)
Acossado, de Jean-Luc Godard (1960)
Ladrão de Bicicleta, de Vittorio De Sica (1948)
Roma, Cidade Aberta, de Roberto Rossellini (1943)
Jules e Jim, de François Truffaut (1962)
Agatha ou as Leituras Ilimitadas, de Marguerite Duras (1980)
O Gabinete do Dr. Calligari, de Robert Wiene (1920)
A Regra do Jogo, de Jean Renoir (1939)
Estado de Sítio, de Costa-Gravas (1973)
A Batalha de Argel, de Gillo Pontecorvo (1965)
A Infância de Ivã, de Andrei Tarkovski (1961)
Era Uma Vez no Oeste, de Sergio Leone (1968)
Crepúsculo dos Deuses, de Billy Wilder (1950)
Quanto Mais Quente Melhor, de Billy Wilder (1949)
Uma Rua Chamada Pecado, de Elia Kazan (1951)
No Tempo das Diligências, de John Ford (1939)
Rastros do Ódio, de John Ford (1956)
Rashomon, de Akira Kurosawa (1950)
Deve ter mais. Mas só lembro desses agora. Agora quem vai dizer que não foi um ano incrível para este cinéfilo?
